Este é um carro que eu até gostava de ter – Parte 2.

Hoje vou apresentar mais uma parte desta tão bela crónica do “Este é um carro que eu até gostava de ter”. Na semana passada falei de um BMW compacto, um Ferrari e de um carro de cabeleireiro (Mazda MX-5)…

Hoje, trago mais 3 exemplares do mundo motorizado, que eu não me importava de ter na minha garagem…

Tesla Roadster

A marca Tesla nos últimos tempos virou moda e toda a gente quer ter um, os carros são futuristas e com uma imagem marcante, para além disso, são rápidos como tudo, mas nem sempre foi assim.

Em 2008 quando foi apresentado o modelo Roadster foi elogiado pela sua aceleração estonteante indo dos 0-100km/h em apenas 3.7 segundos graças ao seu motor eléctrico. No entanto, os elogios ficaram-se por ai, pois o carro perdeu o que caracterizava o seu carro dador, o Lotus Elise.

Perdeu toda a agilidade, em tudo, devido ao peso gerado pelas baterias que alimentavam o seu fantástico motor eléctrico, mas no entanto, tinha uma autonomia fantástica para a época, mesmo quando conduzido como um carro desportivo, podíamos não ir longe mas com toda a certeza que íamos bem depressa .

Tirando todos os defeitos não devemos atirar o roadster para a fogueira, até porque este carro representa um marco muito importante na história da Tesla, assim como, no futuro do desenvolvimento automóvel.

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Mercedes SLK AMG Kompressor (1996–2004)

Este é mais um daqueles carros de cabeleireiro, pelo qual eu tenho um fraquinho… No inicio dos anos 90, a Mercedes deu conta, que não tinha nenhum modelo para fazer frente, aos pequenos roadsters que apareceram no mercado, tal como era o caso do MX-5.

Em 1991 surgiram os primeiros esboços e modelos à escala e finalmente em 1996, no salão automóvel de Turim, o mundo punha os olhos no SLK 230 Kompressor, que viria a rivalizar tanto com o Porsche Boxter, como com o BMW Z3.

Equipava com um 2.3 litros sobrealimentado, que debitava cerca de 193 cv,  existia ainda a possibilidade, de se poder optar entre uma caixa automática e manual de 5 velocidades.  

Se a ideia é ter um carro potente, com tracção às rodas traseiras e que ainda por cima, dê para passear com os cabelos ao vento, este pode ser um bom exemplar.

Renault Twingo RS

Se vivem fora da Europa existe uma grande possibilidade de nunca ter ouvido falar do Twingo. Este pequeno carro recebeu um pack de potência na sua segunda geração, que deu pelo nome de ‘Renaultsport 133’.

Esta versão mais atrevida do pequeno francês, equipava um 1.6 litros que debitava 131cv, que tornavam a condução deste carro, completamente frenética.

No entanto, o grande problema deste Twingo foi apenas um, o Abarth 500, que foi lançado no mesmo ano. O modelo Italiano levou a melhor em todos os comparativos com o Twingo, o que fez com que dominasse por completo as vendas, o que levou a Renault, a cancelar a produção do Twingo RS no ano de 2013.

Mas como não são o numero de vendas que fazem um carro, este Twingo ainda tem potencial, pois é um carro pequeno, leve e com potência suficiente, para fazer dele um brinquedo bastante interessante.

O único problema, é que no mercado nacional, não existem muitos exemplares para venda, pelo que, se quiser um, vai ter mesmo que andar atento.

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