Farto de apanhar buracos nas estradas? Esses dias podem estar para acabar!

Para quem mora numa cidade em que as ruas se assemelham à superfície lunar, devido à enorme quantidade de crateras nas estradas, é quase inevitável não passar com o carro num buraco. E quase todos nós já apanhamos um, em que ao sentir a pancada, nos escorreram lágrimas dos olhos, e rezámos na esperança de que nada de grave tenha acontecido. A verdade, é que os buracos nas estradas são um flagelo para a integridade dos nossos carros, em média por ano são assinalados 20 milhões de buracos em toda a Europa e só metade deles são reparados, sabemos ainda que cada reparação de um veículo danificado pelos buracos, ronda em média os 508€.

No entanto, a Ford é nossa amiga, e está num processo de desenvolvimento de um sistema de reconhecimento de buracos. Este sistema, é um mapa virtual alimentado, por nós automobilistas.

Confuso? Nós explicamos…

Cada carro, estará equipado com câmaras que vão fazendo a “leitura e reconhecimento” da estrada, e através de um modem, os dados recolhidos, serão enviados para um servidor, e estes serão armazenados numa espécie de cloud. A actualização dos dados na base de dados, é feito em tempo real, para que, o mapa mostrado a cada condutor seja sempre o mais actualizado quanto possível.

Imaginemos um carro que segue numa avenida 1000m à nossa frente, caso ele detecte um buraco ainda não mapeado, este irá recolher os dados e enviar para o servidor em tempo real, para quando nós chegarmos a esse local o nosso mapa já estar actualizado, e este seja capaz de nos avisar do perigo.

Este sistema ainda está em fase de desenvolvimento, e espera-se que comece a ser testado, ainda no início deste ano.

Mas a Ford não se fica por aqui…

Para além deste sistema da era digital, a marca Americana, está ainda a desenvolver um sistema de suspensão activa, desenhado para reduzir os ressaltos resultantes do piso em mau estado. A Ford, já testa este sistema num troço de 1.9km completamente esburacado, no seu circuito de testes na Bélgica.

Fonte: Autocar

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