Como a Koenigsegg prepara carros para testes de colisão

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Christian von Koenigsegg abriu novamente a sua “loja” de Angelholm para nos mostrar outra faceta da produção dos seus hipercarros para exportação mundial. Desta vez, o assunto é os testes de colisão e o vídeo a seguir parece uma compilação de falhas destes supercarros, do YouTube ou “Mythbusters”. Durante o vídeo, dá para ver os testes mais estranhos que os funcionários da marca vão fazendo.

 

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Como explica David Tugas, gerente de homologação da empresa, a Koenigsegg não pode simplesmente retirar uma dúzia de carros da linha de produção para testes de colisão. O chassi de carbono que forma a célula de passageiros é a estrutura crucial, tudo o resto é dispensável. Um supercomputador no porão da empresa executa simulações sobre como as estruturas de fibra de carbono se comportam em colisões, ajudando a empresa a projetar um chassi que possa suportar os impactos necessários. Ou seja, a menos que o monocoque parta, esta mesma célula é usada em todos os testes de colisão. Depois disso, é mais barato para a Koenigsegg simplesmente reconstruir os painéis da carroceria e partes mecânicas presas ao chassi que quebram durante os testes internos. É tudo um pouco estilo Fórmula 1.

Leva três meses para preparar um carro de testes de colisão para testes numa instalação em Barcelona. Isso cobre tudo, desde testes aos airbags inteligentes, evitar que os mesmo abram quando alguém bater na parte de baixo com uma marreta. O conhecimento e a carnificina ajudam a explicar para onde vão os 2 ou 3 milhões em cada Koenigsegg.

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