pneus de inverno

Os pneus de inverno existem desde os anos 30, eles foram introduzidos pela primeira vez em camiões e só apenas alguns anos mais tarde, em veículos de passageiros.

Antes disso, os pneus normais eram usados ​​durante os meses de inverno, o que nos países onde os invernos são mais rigorosos, este tipo de pneus não oferecia tanto controlo e acima de tudo, segurança.

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Os primeiros pneus de inverno

O primeiro conjunto de pneus de inverno veio da Finlândia, onde em 1934, a Nokian fabricou os primeiros pneus do género para camiões. Isso aconteceu durante um período, em que ainda haviam muitos cavalos e os carros não eram tão robustos quanto são agora.

Ter um conjunto de pneus com mais aderência, teve um enorme impacto na segurança dos condutores, pedestres e cavalos.

Quando estes novos pneus de inverno foram vendidos pela primeira vez, eles apresentavam um design de piso completamente diferente para a época.

Os pneus criados para veículos antigos, tinham padrões de piso muito suaves, mas os pneus de inverno, foram projectados com um estilo totalmente novo, que incluíam relevos significativamente maiores, ajudando o pneu a “morder” a neve, oferecendo maiores níveis de tracção.

Após a Nokian introduzir este tipo de pneus, as restantes marcas seguiram o conceito, como é o caso da Goodyear que em 1952, apresentou o pneu Suburbanite.

Já mais tarde, em 1972, a Michelin patenteou um pneu de neve que já incluía a sua mais recente tecnologia, onde o pneu tinha ressaltos com diferentes tamanhos, o que melhorou ainda mais a aderência.

Outra variante deste tipo de pneus, são os pneus com pregos, que apareceram na década de 60.

Com o avançar da tecnologia, foram desenvolvidos novos compósitos de borracha, que passaram a incluir uma maior percentagem de sílica, o que para além de melhorar os níveis de tracção, também tornaram estes pneus mais confortáveis, diminuindo quer o ruído, quer as vibrações.

Embora em Portugal não seja necessária a utilização de pneus de inverno, nos países mais a norte, a utilização é obrigatória, de forma a aumentar a segurança rodoviária.