Quando se fala em crash-tests, lembramo-nos dos testes da Euro NCAP e na segurança dos carros que são vendidos ao publico em geral. No entanto, os carros de competições, ou pelo menos, os seus componentes de segurança, devem ser levados a testes, para garantir que estes, conseguem manter os seus ocupantes seguros em caso de acidente.

Já subscreveram o nosso canal no Youtube?

Um dos casos mais recentes em que se falou de segurança nos desportos motorizados, foi aquando da introdução do HALO na F1, onde se verificou que acima da estética, este seria um componente que melhoraria a segurança dos pilotos, como se veio a comprovar.

Normalmente, quando assistimos a acidentes durante uma prova de desporto motorizado, esperamos sempre o melhor para os pilotos, mas pode ser fácil, ignorar o pensamento de que os carros de corrida precisam de passar por um regime de teste de colisão semelhante aos carros convencionais, no entanto, estes devem ser bem mais intensos.

A F1 introduziu os teste de colisão em 1985 e o seu site, afirma que o teste actual consiste em testes de impacto em movimento, testes de carga estática e testes de capotamento.

Mas a coisa mais interessante sobre testes aos carros de corrida, além do facto de manter os pilotos mais seguros, é observar o quão selvagem são estes testes.

Claro que em circunstancias de corrida, é difícil antecipar todos os cenários possíveis, especialmente se estivermos a falar de carros de Rally, onde as variáveis em jogo são muito voláteis.

Mas para terem uma ideia de como estes testes são feitos, deixamos aqui alguns vídeos que fomos encontrando pela internet.