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Ao longo dos últimos anos, o preço dos carros tem vindo a aumentar, algo normal, tendo em conta a inflação e a carga de impostos que pagamos no momento de comprar um carro. No entanto, nos últimos anos, devido aos extras que vão sendo disponibilizados e que vamos consequentemente adicionando, o preço dos carros subiu em flecha.

Tudo isto se deve à introdução de mais tecnologia, que carece de desenvolvimento e por uma necessidade de ter carros mais seguros, mais confortáveis, que cada vez mais se vão assemelhando a gadgets com rodas.

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Hoje, pelo preço de um carro citadino, poderíamos facilmente comprar um carro maior e mais potente há dez anos atrás. Mas afinal, qual a percentagem na factura, de todo este desenvolvimento tecnológico?

Segundo um estudo realizado pela Deloitte sobre a electrónica nos nossos carros é indiscutível, que este tem sido um factor importante no aumento dos preços de venda. Em 1970, a electrónica representava apenas 5% do preço de um carro novo. Em 1980, com a chegada dos motores de injeção electrónica, essa fatia subiu para 10%.

Nos anos 90, com o amplo uso do ABS, airbags e o surgimento do ESP, a electrónica passou a representar cerca de 22% do preço de um carro. Hoje, com toda a tecnologia presente num carro, o seu peso aumentou para 40%.

Com todos os sistemas de segurança impostos na maioria dos países do mundo, essa proporção deverá aumentar ainda mais no futuro e à medida que os carros vão ficando mais inteligentes, estes irão também ficando mais caros.