A Comissão Europeia, tem agora a capacidade não de apenas verificar a conformidade das emissões dos carros, mas também, emitir recalls para aqueles que as violarem.

Anteriormente, os recalls deveriam ser emitidos pelos países membros da UE, que inicialmente certificam os veículos. Mas a Comissão Europeia, afirma que essa tática, permitiu que as marcas contornassem facilmente os mandatos regulatórios, tornando os recalls em grande escala mais lentos, fazendo mesmo, que estes demorassem quase uma década.

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A Comissão Europeia, pode agora decretar recalls por conta própria e multar os fabricantes de automóveis, com coimas que podem ira até aos 30.000 euros por cada veículo, que não esteja de acordo com as regras definidas.

De acordo com a Reuters, a Comissão Europeia também poderá revogar as certificações de inspeção técnica. Isso provavelmente tornará a indústria automóvel mais vulnerável a pedidos de indemnização de clientes, que compram veículos, que mais tarde são intervencionados, ou até mesmo retirados das estradas, como aconteceu nos EUA, aquando do escândalo do dieselgate.

Já foram investidos cerca de 7 milhões de euros, em dois laboratórios, para a realização de testes a veículos. No entanto, os países ainda serão obrigados a realizar individualmente, testes a modelos já em circulação, para garantir que estes, sejam elegíveis para certificação contínua.