gasolina azul

A “gasolina Azul” é o nome dado ao novo tipo de combustível de baixas emissões de carbono, desenvolvido em conjunto pela Bosch, Shell e Volkswagen. Este “novo” combustível, promete obter menos 20% de emissões de carbono por cada quilómetro percorrido.

O processo de fabrico da “gasolina azul”, utiliza cerca de 33% de energias renováveis no seu processo de fabrico, o que aliado à redução nas emissões de carbono, faz com que esta possa muito bem ser, a solução mais imediata, para que as marcas consigam atingir as tão apertadas normas ambientais impostas pela UE, sem que isso, resulte num aumento insustentável no preço dos veículos a gasolina.

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Tudo isto, porque este combustível segue a norma EM 228/E10, mantendo a estabilidade de armazenamento e o comportamento de ebulição da gasolina Super 95 E10, fazendo com que este possa ser distribuído normalmente nos postos de abastecimento, onde a Super 95 E10 já se encontra aprovada.

Acresce o facto de a “gasolina azul”, poder ser utilizada nos motores já existentes, sem que para isso, tenham que haver alterações mecânicas. Segundo os responsáveis pelo desenvolvimento deste novo tipo de combustível, a utilização em veículos híbridos e híbridos plug-in, irá fazer com que o rasto ambientar deixado reduza consideravelmente, quando aliado com a utilização da propulsão eléctrica.

Os combustíveis renováveis com baixo teor de carbono e neutros em carbono, não substituirão a mobilidade eléctrica, mas funcionarão como complemento e acima de tudo, como uma alternativa mais sustentável ao parque automóvel já existente, que em muitos países é bastante envelhecido, tal como acontece em Portugal, onde a idade média de um veículo ultrapassa os 12 anos.

A gasolina azul, irá começar a ser comercializada na Alemanha, mas a sua utilização rapidamente se deverá alastrar por toda a Europa. Quanto ao preço por litro, ainda não existem informações sobre a carga fiscal, à qual este tipo de combustível irá ser sujeito no nosso país, mas sendo um combustível mais eco-friendly, espera-se que a carga fiscal seja menor do que nos combustíveis convencionais.